Confiança

Confiança é um valor que leva anos a conquistar, mas que se perde em segundos?

Sim, somos vítimas da nossa condição humana, que nos projeta para os valores construídos na nossa base societária. Somos levados por uma desconfiança natural, que nos obriga a um processo de construção de confiança, que emprestamos àqueles que julgamos merecer esse nosso bem superior – confiança.

Observando que a confiança pode ser observada desde a esperança pelo futuro, passando pela segurança em si próprio e pela crença na honestidade de alguém, ficamos com uma multiplicidade de cenários para a indagação inicial.

Vejamos com base nos cenários apresentados, como é possível perder a confiança em segundo, sem falsos moralismos, mas levados pela dureza da desilusão provocada pela quebra da honestidade de um alguém, podemos ser abalados na esperança pelo futuro criando uma sensação de insegurança.

Sobra então, para o processo construtivo desta análise, avaliar os alguéns. Estes podem ser tão diversificados quanto o universo de cada um, sendo aqueles em quem depositamos crença na honestidade. Este universo habitualmente constituído pela governança, sim, ainda existe quem acredite, mas a governança não é exclusiva da política, pois também a existe a nível religioso, associativo e afins. Por fim, também existem as relações mais diretas, mais pessoais, onde as quebras apresentadas apresentam resultados bem mais agressivos para com os envolvidos.

Para que consigamos manter esperançados, e assim confiantes, necessitamos de ser pessoas com valores assentes em pilares fundamentais como Sabedoria, Ética, Humildade, Educação, Disciplina, Conhecimento, Integridade e Honestidade.

Todo esforço é recompensado, fé e ação fazem o sonho acontecer.